Visitas domiciliares organizadas por prioridade clínica, não por ordem de lista.
O Visitta reúne os pacientes acompanhados pela Atenção Primária, classifica o risco de cada um e monta a agenda a partir disso — para a equipe saber, todo dia, quem visitar primeiro.
Feito para equipes de Saúde da Família · Cada município enxerga apenas os seus dados


O que muda no dia a dia
Ninguém some da lista
Todos os pacientes acompanhados num lugar só, com endereço, telefone, microárea e situação atual.
A próxima visita já nasce marcada
Cada avaliação define quando será o próximo retorno. A agenda separa atrasadas, hoje, próximos 7 dias e até um mês.
Quem precisa mais aparece primeiro
A escala classifica cada paciente em Baixo, Médio, Alto ou Muito alto, por critérios clínicos.
O gestor enxerga a rede inteira
Painel por UBS e comparativo entre unidades: pacientes ativos, visitas atrasadas, distribuição de risco.
Como funciona
- 1
Cadastre ou importe
Traga os pacientes pelo relatório de cidadãos do PEC ou cadastre um a um.
- 2
Avalie o risco
Oito critérios clínicos geram a pontuação e o intervalo sugerido até a próxima visita.
- 3
Visite e registre
Ao registrar a visita, a próxima já fica programada. O histórico fica na ficha do paciente.
A régua que decide quem vem primeiro
Em toda visita, o clínico responde sete perguntas sobre o paciente: doenças crônicas descompensadas, quantidade de medicamentos, dependência para as atividades do dia a dia, mobilidade, apoio da família, sinais de fragilidade, cuidados paliativos. A idade entra sozinha, calculada pela data de nascimento. O sistema soma os pontos e classifica.
- Baixo
6 meses
até a próxima visita
- Médio
4 meses
até a próxima visita
- Alto
2 meses
até a próxima visita
- Muito alto
1 mês
até a próxima visita
O sistema sugere. O clínico decide. A data pode ser antecipada ou ajustada, e o sistema registra quando a decisão foi humana.
Quando o risco de um paciente muda de uma avaliação para a seguinte, os outros clínicos da UBS são avisados — a agenda é compartilhada, e a informação anda com ela.
Dados e segurança
Dado de paciente pede cuidado explícito. O que o sistema faz:
Cada município enxerga apenas os seus dados
O isolamento é feito no banco de dados, não só na tela.
Cada UBS enxerga apenas os seus pacientes
O coordenador vê a unidade; o gestor municipal vê a rede inteira.
Toda mudança em dado de paciente fica registrada
Quem fez, quando e o que mudou. Quem usa o sistema não consegue apagar essa trilha.
O CPF não aparece na lista de pacientes
Ele fica na ficha, para quem tem permissão. No relatório exportado sai mascarado — e todo download é registrado.
Desativar um profissional encerra o acesso na hora
Mesmo com sessão aberta no navegador.
Nada é instalado na secretaria
Funciona pelo navegador, com conexão criptografada.
O que você precisa para começar
Tenha em mãos
- O relatório de cidadãos vinculados exportado do PEC (arquivo CSV)
- Os e-mails da equipe que vai usar o sistema
Não precisa
- Instalar programa em computador nenhum
- Servidor na secretaria
- Integração com o e-SUS
- Treinamento longo
Comece por uma UBS: convide a equipe, importe os pacientes e comece a avaliar — cada avaliação já marca a próxima visita. Depois repita nas outras.
Perguntas frequentes
O Visitta se integra ao e-SUS/PEC?
Não. Ele lê o relatório que o PEC já exporta, em CSV. Nada é alterado no e-SUS.
Preciso de internet dentro da casa do paciente?
Não. O registro da visita pode ser feito depois, na unidade.
Quem vê o quê?
Médico, enfermeiro e coordenador veem os pacientes da própria UBS; o gestor municipal, todas as unidades. Exportar relatório e consultar a trilha de auditoria são do coordenador e do gestor.
Quanto custa?
Depende do tamanho da rede. Chame no WhatsApp que conversamos.
Veja o sistema em ação



Leve prioridade clínica para as visitas do seu município.
Comece por uma UBS. A conversa começa no WhatsApp.
